Doença arterial periférica

Autores

  • Maria José Ferreira Assistente Graduada, Directora do Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular do Hospital Garcia de Orta
  • Pedro Barroso Assistente Hospitalar de Angiologia e Cirurgia Vascular do Hospital Garcia de Orta
  • Nádia Duarte Interna de Angiologia e Cirurgia Vascular do Hospital Garcia de Orta

DOI:

https://doi.org/10.32385/rpmgf.v26i5.10785

Palavras-chave:

Claudicação Intermitente, Aterosclerose, Índice Tornozelo-Braço

Resumo

A doença arterial periférica é causada, na maioria dos casos, por aterosclerose, que leva ao desenvolvimento de estenoses e oclusões em artérias major da circulação dos membros inferiores. A sua manifestação mais frequente é a claudicação intermitente, que é caracterizada por desconforto muscular no membro inferior, produzido pelo exercício, e que alivia com o repouso. A história clínica e o exame físico, complementado pela medição do índice sistólico, permitem fazer o diagnóstico desta entidade. Por outro lado, a doença arterial periférica é um marcador de risco cardiovascular, pelo que o aspecto mais importante da terapêutica é a correcção dos factores de risco para aterosclerose. Deste modo, o papel do médico de família é fundamental, não só no correcto diagnóstico e encaminhamento do doente, mas, essencialmente, na detecção e controle dos factores de risco para aterosclerose. Esta intervenção permite melhorar o prognóstico, não apenas do membro, mas, sobretudo, vital, ao diminuir o risco cardiovascular global.

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Publicado

2010-09-01

Como Citar

Ferreira, M. J., Barroso, P., & Duarte, N. (2010). Doença arterial periférica. Revista Portuguesa De Medicina Geral E Familiar, 26(5), 502–9. https://doi.org/10.32385/rpmgf.v26i5.10785

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