Vacinação contra o Papiloma vírus Humano no género masculino em idade pediátrica: Qual a evidência?

Autores

  • Vanessa Filipa Guedes Silva USF Nova Salus
  • Diana Soares USF Abel Salazar
  • Sofia Rodrigues
  • Cátia Lírio
  • Marisa Barros

DOI:

https://doi.org/10.32385/rpmgf.v35i5.12272

Resumo

Objetivo: Avaliar a eficácia da vacinação contra o Papiloma vírus Humano (HPV) no género masculino, em idade pediátrica, na prevenção de patologia maligna ou pré-maligna associada a infeção por HPV.

Fontes de dados: Pubmed, The Crochane Library, DARE, National Guideline Clearinghouse, Canadian Medical Association Practice Guidelines InfoBase e Guidelines Finder (National Electronic Library for Health NHS Britânico

Métodos de revisão: Pesquisa de artigos publicados entre 01/01/2006 a 01/09/2016, usando os termos MeSH Papillomavirus vaccines, male, children, adolescent. Foram incluídos indivíduos do género masculino em idade pediátrica com vacinação contra o HPV para prevenção de patologia oncológica ou pré-cancerosa por HPV. Para atribuição do nível de evidência (NE) e a força de recomendação foi utilizada a escala Strengh-of-Recomendation Taxonomy, da American Academy of Family Physicians.

Resultados: Nas 3 Normas de Orientação Clínica encontradas existe uma Força de Recomendação A para a vacinação contra o HPV no género masculino em idade pediátrica. Dos 11 artigos incluídos, a maioria, descreve que a vacinação contra o HPV no género masculino em idade pediátrica conduz à redução de incidência de infeção por HPV e lesões malignas ou pré-malignas.

Conclusões: A vacinação contra o HPV está recomendada no género masculino em idade pediátrica (Força de Recomendação A). A vacinação mista é mais eficaz do que a vacinação isolada do género feminino.

 

Palavras-chave: adolescente, criança, masculino, vacinas papilomavírus

 

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Publicado

2019-10-18

Como Citar

Silva, V. F. G., Soares, D., Rodrigues, S., Lírio, C., & Barros, M. (2019). Vacinação contra o Papiloma vírus Humano no género masculino em idade pediátrica: Qual a evidência?. Revista Portuguesa De Medicina Geral E Familiar, 35(5), 382–91. https://doi.org/10.32385/rpmgf.v35i5.12272