Rastreio do antigénio hbs na população obstétrica da maternidade de júlio dinis

Autores

  • M. L. Lima Assistente Hospitalar de Imuno-Hemoterapia (M.J.D. - Porto);
  • Graça Rodrigues Interna do Internato Complementar de Obstetrícia e Ginecologia (M.J.D. - Porto)
  • Helena Gonçalves Internas do Internato Complementar de Obstetrícia e Ginecologia (M.J.D. - Porto)
  • Cristina Lino Internas do Internato Complementar de Obstetrícia e Ginecologia (M.J.D. - Porto)
  • Cristina Carrapatoso Interna Prolongada de Obstetrícia e Ginecologia com o grau de Assistente Hospitalar (M.J.D. - Porto);
  • Raúl Nogueira Assistente Hospitalar de Obstetrícia (M.J.D. -- Porto)

DOI:

https://doi.org/10.32385/rpmgf.v16i1.9779

Palavras-chave:

Hepatite B, Gravidez, Seroprevalência

Resumo

Foi avaliada a prevalência do antigénio de superfície do vírus da Hepatite B numa amostra de 1258 grávidas que frequentaram a Consulta Externa da Maternidade de Júlio Dinis no período de um ano. Simultaneamente, foi efectuado um inquérito epidemiológico a 627 dessas mulheres com o objectivo de determinar a existência de factores de risco para a presença do antigénio HBs e, consequentemente, avaliar da necessidade de um rastreio sistemático antenatal, que não era ainda prática corrente à data da realização do estudo. A seroprevalência global para o Ag HBs foi de 2,4%, sendo 2,9% (intervalo de confiança a 95%: 1,8 - 4,5%) no grupo de grávidas inquiridas. Não se encontraram diferenças significativas nas características das grávidas, de acordo com a presença do Ag HBs, excepto para a referência a história anterior de hepatite, que era mais frequente nas mulheres de Ag HBs-positivo. O presente estudo confirma o interesse da realização de um rastreio sistemático, pois mostra as limitações da sua prática selectiva.

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Publicado

2000-01-01

Como Citar

Lima, M. L., Rodrigues, G., Gonçalves, H., Lino, C., Carrapatoso, C., & Nogueira, R. (2000). Rastreio do antigénio hbs na população obstétrica da maternidade de júlio dinis. Revista Portuguesa De Medicina Geral E Familiar, 16(1), 35–42. https://doi.org/10.32385/rpmgf.v16i1.9779

Edição

Secção

Investigação Original