Analgesia Epidural Obstétrica

Autores

  • Elsa Martins Interna do complementar de Medicina Geral e Familiar, Centro de Saúde de Aveiro
  • Maria João Marques Interna do complementar de Medicina Geral e Familiar, Centro de Saúde de Aveiro
  • João Tomé Interno do complementar de Anestesiologia, Centro Hospitalar de Coimbra

DOI:

https://doi.org/10.32385/rpmgf.v18i3.9878

Palavras-chave:

Analgesia epidural, Complicações, Dor, Parto, Saúde Materna

Resumo

Objectivos: Rever os potenciais benefícios, riscos e efeitos secundários maternos e fetais da analgesia epidural obstétrica, especificando as indicações, contra-indicações e situações que exigem cuidados adicionais. Métodos: Revisão crítica da literatura, procedendo-se a pesquisa bibliográfica em Medline, livros de texto e revistas da especialidade, privilegiando os artigos publicados nos últimos 5 anos. Conclusões: Em Portugal, a analgesia epidural em obstetrícia está já muito divulgada e é cada vez mais solicitada pelas parturientes, embora algumas mulheres ainda a receiem e recusem. Utilizada criteriosamente, constitui o método mais inócuo e eficaz de alívio da dor durante o trabalho de parto e o puerpério. No entanto, pode ter algumas complicações e efeitos secundários, que podem relacionar-se com a técnica, a parturiente ou o parto. A decisão do seu uso deve ser tomada de forma consciente e ponderada, o que só é possível se as utentes grávidas forem informadas atempadamente pelo seu Médico de Família, de forma objectiva e científica, durante as Consultas de Vigilância em Saúde Materna.

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Publicado

2002-05-01

Como Citar

Martins, E., Marques, M. J., & Tomé, J. (2002). Analgesia Epidural Obstétrica. Revista Portuguesa De Medicina Geral E Familiar, 18(3), 163–8. https://doi.org/10.32385/rpmgf.v18i3.9878