A conferência familiar como instrumento de apoio à família em cuidados paliativos

Autores

  • Isabel Galriça Neto Assistente Graduada de Clínica Geral; Médica de Cuidados Paliativos, Equipa de Cuidados Continuados do C. S. Odivelas

DOI:

https://doi.org/10.32385/rpmgf.v19i1.9906

Palavras-chave:

Cuidados Paliativos, Apoio à Família, Conferência Familiar

Resumo

A família representa um pilar fundamental no apoio ao doente com necessidades acrescidas, nomeadamente na fase de doença avançada, incurável e progressiva. A crise que o sofrimento em cuidados paliativos representa atinge não só o doente como todos aqueles que com ele convivem e que lhe estão afectivamente ligados. Os problemas inerentes a esse período do ciclo vital requerem uma resposta adequada por parte do médico de família que, desejavelmente não actuando sózinho, não se deverá, contudo, demitir do acompanhamento ao doente e família. Para além das perícias no âmbito do apoio sintomático, em cuidados paliativos, o médico de família deve também saber orientar de forma estruturada o apoio à família que, em muitas situações, passa por planear e conduzir uma conferência familiar. Com este artigo pretendemos de uma forma pragmática apresentar algumas das orientações em torno deste instrumento terapêutico, da sua utilização em cuidados paliativos, mas que desejavelmente é alargada a outros âmbitos da intervenção do médico de família.

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Publicado

2003-01-01

Como Citar

Neto, I. G. (2003). A conferência familiar como instrumento de apoio à família em cuidados paliativos. Revista Portuguesa De Medicina Geral E Familiar, 19(1), 68–74. https://doi.org/10.32385/rpmgf.v19i1.9906